Vivo num mundo estéril
um oco de sonhos lesados, gorados.
Vivo fingindo que sigo vivendo,
mas morro por dentro.
Isento de tudo, pois morro calado,
sou mais um silencio desse mistério.
Não sou começo, epílogo também não,
sou mais uma barra no código
de barbadas barradas cifradas do coração.
A vida me usa!
Aceitas ou recusas uma finita paixão?
Proposta indecente!
Que mente demente é essa que mente?
Fingindo-se docente!... Decente? Há, há...
Não... Não quero cigalhos babélicos de você!
Pois, embora parado em frente a TV,
ou em rede conectado.
Abaetê ainda quero ser!
Abastado quem sabe de vida vivida,
polinizada,dividida,chocada ou parida...
Mas inflamada de sonhos e ideais.
Sim quero mais meu irmão,
não me basta uma vida regressa,
quero sentir o pulsar de meu coração
não mais ser, reencarnação de uma linda promessa!
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